11 fevereiro 2006

215) Corrigindo velhos ditados...

Cada um de nós sempre tem um amigo ou conhecido que passa o seu tempo -- e ocupa também o dos outros -- mandando inutilidades pela internet. Duvido que você também não conheça alguém assim.
Pois o meu piadista de internet manda muitas coisas, úteis e inúteis. Estas eu descarto, aquelas eu seleciono. Uma ou outra resolvo passar adiante, não em forma de corrente, como muitos fazem, mas para um ou dois apenas, só os que têm tempo a perder.
Tendo blog, fica irresistível colocar uma ou outra inutilidade que pode representar uma pausa nas agruras da vida. Acho que é o caso deste besteirol sobre velhos ditados, lidos de outra maneira:

É dando....................... que se engravida.
Quem ri por último............ é retardado ou não entendeu a piada.
Alegria de pobre.............. é impossível.
Quem com ferro fere........... não sabe como dói.
Sol e chuva,.................. vou sair de guarda-chuva.
Em casa de ferreiro........... só tem ferro.
Devo, não pago................ nego enquanto puder.
Quem tem boca vai............. ao dentista.
Gato escaldado ............... morre queimado.
Quem espera,.................. sempre cansa.
Quando um não quer............ o outro insiste.
Os últimos.................... serão desclassificados.
Carro a álcool,............... você ainda vai empurrar um.
Há males...................... que vêm para pior.
Se Maomé não vai à montanha,.. então vai à praia.
A esperança e a sogra......... são as últimas que morrem.
Quem dá aos pobres,........... paga a conta do motel.
Depois da tempestade.......... vem a gripe.
Devagar....................... nunca se chega.
Antes tarde................... do que mais tarde ainda.
Em terra de cego.............. quem tem um olho é caolho.
Quem cedo madruga............. fica com sono o dia inteiro.

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